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Hoje em nosso programa Hora da Treta, com apresentação minha, do padre Nivaldo e Alexandre Varela, e que vai ao ar toda sexta às 18h10 pela Rádio Catedral FM 106,7, tivemos como entrevistado um ilustre convidado: Dom Bertrand, o herdeiro da coroa real da família imperial brasileira.

Entre os muitos assuntos abordados, ele foi interrogado sobre a relação da maçonaria com a casa imperial nos tempos passados e a intensa perseguição produzida à pessoa de Dom Vital, que de maneira inédita na história brasileira inquiriu clérigos e membros da sociedade civil por fazerem parte dos interesses de sociedades secretas maçônicas.

O bispo de Olinda foi enérgico no trabalho de purificação dos ambientes eclesiais. Contudo, isso lhe custou um alto preço. Toda máquina do Império se moveu contra ele até a sua condenação e o encerramento de sua pessoa ao isolamento e silêncio para o resto da vida.

Sobre as relações entre Império e Maçonaria, e o caso Dom Vital, assim respondeu Dom Bertrand:

“A posição da Família Imperial é a posição de todo católico: a Igreja Católica proíbe, sob pena de excomunhão, a pessoas que participassem dessas seitas secretas. E no caso de Dom Vital foi um erro histórico que jamais deve se repetir! A princesa Isabel era muito católica […].

A nossa posição é exatamente a posição da Santa Igreja Católica, que estava no código de direito canônico de São Pio X, e que está no atual código em uma nota de pé de página, a proibição de participar de todas essas seitas secretas que possui uma agenda laicista que visa um estado sem Deus, ou ao menos indiferentismo diante das várias religiões […]”

Com esta resposta, os católicos interrogantes acerca da obscuridade do passado da família imperial vêem nisso um grande passo de reparação da memória do grande bispo Dom Vital e uma justa medida para entender a realidade atual da casa imperial afastando possíveis desconfianças que pudessem haver no que tange a idoneidade da fé católica dos herdeiros do Império.

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