Na ‘liturgia’ dos padres do PT a ‘aclamação’ foi ao deus Lula: “Não se entrega! Não se entrega”!

No que se pretendia uma liturgia católica-ecumênica, em São Bernardo do Campo (SP) neste dia 7 de abril, religiosos vestidos de túnica e estola frente ao sindicato dos metalúrgicos convidaram os militantes presentes ao culto de uma personalidade sombria e sinistra, aquela mesma que trouxe trevas ao Brasil através da corrupção que culminou num caos econômico, moral, político e institucional em nossa nação: Luiz Inácio Lula da Silva!

Inicialmente o que seria celebrada era uma missa em sufrágio da alma da falecida Marisa Letícia, mas algo aconteceu no meio do percurso das coisas que fez com que se mudasse o roteiro para uma espécie de celebração ecumênica.

O que ficou evidente no cerimonial é que a Palavra de Deus pouco importava para os presentes. O microfone passando de mão em mão, entre sacerdotes, diáconos e pastores evangélicos da teologia da libertação e os militantes petistas, foi usado para falar de lutas partidárias. E até mesmo ao citar uma única vez o nome da falecida, aquela que seria a grande homenageada do dia, foi para exaltar a obra messiânica do ex-presidente mais corrupto da história nacional.

Quem prescreveu os cantos da celebração, como foi confessado pela militância de cima do palco, foi o próprio Lula, o mais novo mestre, ou melhor, mago da liturgia. Ao que todos aplaudiram quando alguém gritou enfatizando: “vamos dar uma salva de palmas ao nosso diretor musical”. Todas as músicas com teor cultural, despidas de qualquer caráter sagrado, lembravam suas campanhas políticas pelo país a fora ou então as composições de seus artistas apoiadores, os quais sem dúvida ele quis ali prestigiar no evento.

Um sacerdote tão ultrapassado em idade e idéias quanto o discurso da carcomida esquerda, depois de convidar os militantes ao silêncio, por fim fez uma saudação que insinuava que uma liturgia se iniciaria naquele momento. Ao que todos deveriam responder: “Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo”! Entretanto, seguiu-se um intervalo de silêncio até que alguém, se dando conta de que tinham que responder alguma coisa, puxou um tímido “Amém”! Logo se via que o povo ali não era de muita reza, mas são bem acostumados a pregar uma boa peça.

Depois de muitos discursos, frases de luta, gritos da torcida e jograis, o sacerdote tomou o microfone e já se preparava para proclamar o Evangelho. Em plena Páscoa, poderia se esperar um “Aleluia” ao menos! Só que a aclamação foi para o Lula, o messias do comunismo brasileiro. E cantava a sua assembléia: “Não se entrega! Não se entrega”! Isto antes da Palavra de Deus lhes proclamar: “Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça porque serão saciados”.

Apesar das bem-aventuranças ali proclamadas, enquanto se narrava, a Palavra já era distorcida pelos homens que em meio a nação brasileira portam-se feito malditos. Porque “bem-aventurados os mansos”, mas onde está a mansidão? Ora, militantes petistas vandalizam o prédio da presidente do STF, Carmen Lúcia, os seguranças do Lula bateram num manifestante fazendo resultar num traumatismo craniano ao cair sob ponta-pés e socos até bater com a cabeça fazendo correr sangue inocente em meio à rua, seus apoiadores pregam nas redes a luta armada e a resistência, e cadê os bem-aventurados mansos?

‘Bem-aventurados são os que desejam a justiça’, ainda diz o Evangelho ao qual evidentemente não seguem. É que na verdade eles têm uma justiça própria de foras da lei. Justo é o que lhes serve e não o que serve aos homens em seu bem comum. Daí, o Lula ser segundo eles uma pobre vítima das injustiças da República de Curitiba, como gostam de chamar a corte do grande e valoroso juiz Sérgio Moro.

Pode um homem que se julga acima do bem e do mal ser um “pobre de espírito” como aspirava Cristo dos homens essa bem-aventurança? A virtude da humildade não é nem de perto uma qualidade do ex-presidente da República. Seria redundância citar tão numerosas evidências.

E onde esteve a misericórdia dos bem-aventurados quando se roubou de um país bilhões por um projeto de poder comunista e totalitário culminando na indigência de milhões de pobres, desemprego em massa, crise econômica e o fim do sonho de tantos brasileiros. A palavra misericórdia vem do latim “miserere” (miséria) + “cordis” (coração, lugar da compaixão), que induz ao sentido de complacência para com os miseráveis. Ora, não é a corrupção o maior golpe na alma dos miseráveis e dos mais pobres que morrem nos leitos de hospitais sem recursos públicos, que não tem condições de dar uma escola digna para os seus filhos, que dependem da ajuda mal intencionada de políticos para que possam comer o seu pão de cada dia num assistencialismo de Estado de tal modo que no fim das contas estes mesmos políticos devorem os votos dos desfavorecidos todas as vezes que há um pleito eleitoral?

Não! O Lula e seus cúmplices estão longe de serem os bem-aventurados perseguidos do Evangelho porque na verdade a justiça só persegue os passos dos malvados, criminosos e dos malditos por suas próprias obras. Eles sofrem por seu próprio nome, ganância, avidez, e não por coisas nobres como os bem-aventurados de Deus que padecem por seu Santo Nome.

Ao fim da proclamação do Evangelho, mais uma vez o povo aclamava: “Não se entrega! Não se entrega”! O sacerdote pedia silêncio porque ele ia fazer o sermão, o que em outros momentos o reclamou diante da agitação da massa, mas pouco se importavam com o seu pedido e gritavam: “Lula livre! Lula Livre”! De música em música, foi se configurando o comício de figurões da política, do mundo artístico e outros representantes. E aqueles religiosos foram ofuscados pelo brilho do grande deus comunista: Lula! O sol da libertação, de uma teologia mofada, de um segmento religioso falido.

Como se não bastasse, enquanto o Evangelho era proclamado, Lula enchia a cara de pinga, como relatou o Caneta Desesquerdizadora:

No fim de tudo, o que ninguém encontrou em São Bernardo foi uma alma bem-aventurada, ao contrário do que diria Lula certa vez exaltando sua própria santidade do pau-oco: “Se tem uma coisa que eu me orgulho, neste País, é que não tem uma viva alma mais honesta do que eu. Nem dentro da Polícia Federal, nem dentro do Ministério Público, nem dentro da igreja católica, nem dentro da igreja evangélica. Pode ter igual, mas eu duvido”. É mesmoooooo?

 

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