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O Arcebispo de Trieste, Dom Giampaolo Crepaldi, emitiu na noite de ontem uma declaração condenando à atitude dos juízes e médicos que estão envolvidos no caso Charlie Gard. Charlie conseguiu após apelo de seus pais manter-se vivo por mais alguns dias para que Chris Gard e Connie Yates pudessem “guardar momentos preciosos do filho”;

“A história do pequeno Charlie Gard e seus pais afeta nossa piedade humana e cristã, mas também deve ser visto à luz da razão e da Doutrina da Fé. Na verdade, ele nos apresenta os princípios e valores fundamentais para a convivência humana e civil. Refiro-me ao total dos princípios do respeito devido à vida humana, a primazia dos pais na gestão corajosa e prudente nessas situações trágicas de inadmissibilidade que o Estado, ou um juiz, ou um Tribunal de Justiça para determinar quem deve viver e quem deve morrer.

Os pais da criança desejavam tratar com uma nova terapia, eles também tinham recursos necessários para isso. Era um direito deles fazê-lo.

No caso do pequeno Charlie, se quer de fato aplicar um tratamento de eutanásia, e isso não deve ser aceito. O caso é perturbador porque a execução consegue romper as próprias bases do humanismo cristão e abriria um caminho de êxodo radical na nossa civilização. Charlie Gard precisa do apoio de seus pais, oração cristã e compromisso dos médicos para ajudá-lo. Não de juízes que decretem a morte. A morte pelo Estado é uma invenção ideológica assustadora.

+Giampaolo Crepaldi, Arcebispo de Trieste – Itália”

Fonte: VitaNuovaTrieste

Tradução: Escolástica Da Depressão

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