No dia 4 de abril deste ano, ocorreu uma audiência pública sobre o Plano Municipal de Educação do Rio de Janeiro na Câmara dos Vereadores. Este dia foi crucial para o avanço da opinião pública majoritária da sociedade carioca, oposta à Ideologia do Gênero. Foi um grande susto para os liberais que nunca se viram cercados desta forma por tão claras e contundentes colocações de cidadãos das diversas categorias: políticos, professores, advogados, juristas, pais de alunos, religiosos, etc.

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Figuras importantes nesse cenário foram alguns políticos católicos, destaco aqui o vereador Cláudio Castro (PSC-RJ) e também seu grande aliado na ALERJ, o deputado estadual Márcio Pacheco (PSC-RJ). O mais novo vereador católico do Município do Rio conseguiu uma mobilização massiva da opinião pública. Muitos aliados nas redes sociais e dos diversos segmentos civis se articularam com muita rapidez para esta audiência pública sonora e retumbante. A liderança do jovem político mostra a sua grande vocação frente às demandas de nosso tempo. Além dos já citados, outros se destacaram nessa árdua tarefa, tal como o vereador Carlo Caiado do DEM que tem acompanhado todo trabalho na casa no que tange a essa matéria.

O bispo auxiliar do Rio de Janeiro, Dom Antonio Augusto Dias Duarte, também é culpado, no bom sentido da palavra, pela mobilização dos católicos através de um vídeo que se tornou viral nas redes sociais, e que foi precedido por um artigo escrito por ele tratando da questão dos valores, no qual faz duras críticas à mídia e aos projetos de engenharia social em curso no âmbito político, cultural e jurídico. Deixo abaixo o link do artigo, inicialmente publicado no portal da ArqRio, e que teve milhares de compartilhamentos pelo Brasil afora, sendo replicado por agências de notícias e blogs católicos num claro sinal de unidade, instantaneidade e força do apostolado virtual.

Bispo convoca cristãos à vigilância em favor dos valores frente os ataques que vêm sofrendo

Eu também pude estar presente junto com outros padres no plenário da Câmara. Estiveram lá padre Túlio do Vicariato Suburbano e também o padre Gilson do Vicariato Oeste.

Na ocasião, instigado pelo alvoroço dos liberais em subir na tribuna para falar, e que iam correndo para as inscrições, Deus me deu uma moção para ir lá discursar enquanto um líder da fé representando a voz dos cristãos, assim emprestando a minha boca ao meu povo e a Cristo Senhor.

Antes de discursar, uma série de pessoas já haviam feito fortes posicionamentos, e a maioria dos cidadãos presentes protestavam contra os discursos da esquerda, que se viu muito acuada.

No caminho para a tribuna, fui insultado por eles. Fui chamado de pedófilo, coxinha, safado, etc. Num gesto que fiz com as mãos, mostrando que não me importava minimamente com o que diziam, acenei levando-as de baixo para cima afim de lhes insinuar como quem diz: “Mais, por favor”! E por que pedia mais? Quem gosta de ser insultado e ter sua dignidade ferida por ofensas preconceituosas? Ninguém. Contudo, queria mais por um só motivo: eles querendo me acusar do que eu não sou, revelam o que são, e me dão a ocasião de apresentar-nos quem verdadeiramente somos, que não descemos ao mesmo nível moral. Quantos mais me insultavam, mais nos davam a conhecer o baixo nível e o mau caráter dessa gente. O vídeo do meu discurso, que se encontra em meu Canal no YouTube, é este abaixo.

Um grande discurso foi feito pela cidadã carioca Maria Inês Medeiros, uma mãe do Colégio Pedro II que já passou por uma série de problemas na educação de sua filha por conta de movimentos partidários da esquerda em atuação nesse colégio. Neste discurso, ela desabafa e protesta contra a infiltração partidária no ambiente estudantil se posicionando também desfavorável à Ideologia do Gênero no PME do Rio de Janeiro. Segue o vídeo desta importante participação de uma cidadã carioca.

No final deste mês, o assunto volta ao debate na Casa. E deixamos um claro recado de que monitoraremos cada passo dentro da Câmara afim de tornar pública toda iniciativa contra a família e a educação infanto-juvenil, dando nomes com suas respectivas ações valendo-nos do caráter de utilidade pública, bem como do direito do cidadão de saber o que os políticos fazem na Casa que é do povo.

Juntos com os nossos caros amigos não-cristãos, que são homens de boa vontade, iremos trabalhar dia-após-dia como sentinelas para avisar dos perigos, protegendo tanto quanto podemos a nossa juventude e o futuro da nossa sociedade brasileira.

“Sentinela, o que acontece durante a noite?” (Is, 21,11).

 

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