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Série macabra do Netflix defende descaradamente o aborto: "agarra esse feto, mata esse feto"

Washington D.C – 23 ago, 2016 – A popular série animada BoJack Horseman, criada para a plataforma Netflix, banalizou o assassinato de crianças inocentes no ventre de suas mães em um de seus capítulos.

A série foi criada por Raphael Bob-Waksberg e conta a história de Bojack: um cavalo hibrído com o humano que triunfou nos anos 90 com uma série de comédia para TV e que desde o cancelamento se tornou um alcoólatra e não podia continuar a sua vida profissional e pessoal. Ele estreou em agosto de 2014 e já tem três estações.

No episódio que foi ao ar intitulado de “Pew Pew Brrap Brrap”, entra em cena Diane, uma das personagens, grávida de seu marido, que é um cão humanóide. Eles decidem abortar e ir a uma clínica da Planned Parenthood .

Quando eles chegam vêem alguns ativistas pró-vida protestando e no episódio fazem algumas piadas sobre algumas disposições que são feitas nestes lugares como a obrigação de ouvir o coração do bebê ou como aquilo que Diane será forçada a ver, antes do aborto, cerca de “20 horas de vídeos de filhotes de cachorro bonitos “.

Em seguida, um golfinho chamado Sextina Aquafina aparece, cantando um ode ao aborto em que ele diz “agarra esse feto, mata esse feto (…) Sou um golfinho com cara de boneca, há cães em meu redor. Você às vezes aborta? Não, sempre aborto“.

A este respeito, Mollie Hemingway, a editora sênior de The Federalist, escreveu um artigo intitulado “BoJack Horseman mostra porque a arte sobre o aborto está a falhar”, no qual ela afirma que o episódio em questão era simplista e “mina os seus próprios temas” .

Um dos personagens, diz Hemingway, afirma que “ao ir fazer um aborto dá medo. Com todos os manifestantes de fora (da clínica Planned Parenthood) você não pode ouvir os batimentos cardíacos com tanto barulho. Então, quando se brinca com isso é menos assustador. Te dás conta?”

Este capítulo, continua a editora, “parecia quase como se os escritores do Bojack estavam operando com uma pitada de Planned Parenthood, como se houvesse algum acordo macabro para inserir falsas impressões e caracterizações nada graciosas que fazem dos ativistas pró-vida de tempos em tempos”.

Contudo a tratativa do episódio “não é apenas um sinal de que a nossa cultura trata a vida como descartável; é também um argumento pró-vida poderoso, mesmo não tendo sido intencional”, conclui.

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Fontes: InfoVaticana/ Aciprensa

Comentários

Comentários

2 Comments

  1. Há grande verdade é que os desenhos atuais estão infestados de maldades. Vide os desenhos do Carton, desenhos um tanto bizarros e quem for mais atento, perceberá uma indireta apologia ao gayzismo.

  2. Valéria Nascimento

    A verdade é que dane-se!

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