Crítica, Notícias

Vazaram na internet vídeos do "Kit Gay" do MEC – Vejam o absurdo!

Na postagem sobre o “Kit Gay do MEC”, que foi disposta em nosso blog no dia 6 de abril deste ano, eu fiz uma abordagem sobre o problema da medida sócio-educativa do MEC que consiste em distribuir e exibir nas escolas de todo país um “Kit de audiovisual contra a homofobia” que, na verdade, induz as crianças e os adolescentes ao comportamento homossexual, não se tratatando simplesmente de um esforço de conscientização sobre o preconceito em ralação ao homossexualismo. Como eu expliquei na referida postagem, eu, assim como muitos baseados no mesmo princípio, prefiro chamar esse dito kit sócio-educativo do MEC de “Kit Gay”, exatamente por esse motivo do problema da indução ao comportamento homossexual.

Para poupar trabalho a vocês, deixo aqui o link da postagem que faz a abordagem sobre o assunto. Para ir a página é só clicar aqui.

Porém nesta postagem quero deixar os vídeos do kit que vazaram na internet, para que vocês elaborem por si mesmos uma crítica pessoal. Depois poderei até fazer e postar uma análise crítica mais profunda dos vídeos que aqui serão postados. Porém agora eu quero deixar para vocês sublinhados apenas alguns aspectos críticos. Ao verem os vídeos aqui postados: notem a inversão do sentido puro e ingênuo da amizade para uma conotação afetiva sexual erotizada da relação entre amigos; percebam igualmente a falsa vitimação generalizada do homossexual; a produção audiovisual em imagens fixas e em flashs que realçam drama, culpa e uma diversidade de sentimentos negativos provocados no próprio expectador – a técnica utilizada incita o expectador a fácil assimilação dos conceitos propostos pelos sentimentos provocados; observem ainda como eles se utilizam da falta de clareza afetiva própria da vida de muitos adolescentes, que numa sociedade como a nossa sofrem muitos problemas na área afetiva por situações adversas na vida familiar, social e na formação moral deficitária, para exatamente inclinar o adolescente ou a criança à orientação homossexual; e ainda, percebam a relativização da identidade do indivíduo, da masculinidade e da feminilidade, da autoridade da família na formação da consciência (em especial, no vídeo intitulado de “Bianca”) e da autoridade dos valores morais radicados na vida social, na tradição e na família.

A medida do MEC é um atentado contra a dignidade desses seres humanos de consciências indefesas, contra o Estatuto da Criança e do Adolescente e contra a família. É um crime, um absurdo que não podem nos fazer descer goela abaixo, enquanto ficamos sentados, calados e impassíveis.

Observados esses aspectos, tentem olhar para o problema criticamente. Agora vocês podem vislumbrá-lo em toda sua gravidade de maneira mais concreta por esse material, que é apenas uma parte do que fora produzido para o kit de audiovisual do MEC.

ASSINE O ABAIXO-ASSINADO CONTRA O “KIT DO MEC” CLICANDO AQUI

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Caros leitores, agradeço a visita, um grande abraço e ajudem a divulgar nosso trabalho.

Antonio Augusto da Silva Bezerra

Comentários

Comentários

5 Comments

  1. Adilson J. Ribeiro

    A inteligência deverá vencer este absurdo.
    Como é do conhecimento comum, atualmente há um projeto “maravilhoso” em andamento no Brasil. Em primeiro lugar deixo claro que não tenho absolutamente nenhum tipo de preconceito religioso, político ou quanto à orientação sexual, creio que a lei maior é respeitar o próximo no sentido mais amplo da palavra. Assim posso dizer sem medo, que o Kit-gay é um grande desrespeito com o povo brasileiro inclusive com os próprios homossexuais. Como pode alguém que esteja em pleno gozo de suas faculdades mentais, afirmar que tal Kit é necessário para combater a “homofobia”?
    Da forma como o assunto homossexualidade vem sendo tratado por alguns, pode-se fazer duas leituras, ambas graves, tristes e lamentáveis. Uma interpretação é que os homossexuais são seres alienígenas, algo sobre natural e DIVINO, e como tal deverão ser idolatrados e que todos os seres humanos devem esforçar-se arduamente para atingir tal estágio, e se por algum motivo alguém mais esclarecido contestar tal fato deverá ser considerado herege e será queimado na fogueira. Outra interpretação ainda mais grave é que são seres deficientes, incapazes, inferiores, que necessitam de regras especiais para se proteger da sociedade, sob risco de na ausência de tal aparato de proteção estatal, correr risco iminente de extinção.
    Diz que já existem propostas para reservar cotas em universidades e concursos públicos para os homossexuais entre outras “regalias”. Bem pensando bem, que mal tem, pois são para “defender as minorias”, assim sendo logo teremos cotas para vesgos, carecas, coxos, católicos, umbandistas, corintiano, santista, sei-la-o-que, etc.. Desculpe mas isto é no mínimo um grande disparate, bem que a vontade era dizer algo mais condizente, mas daí haverá aqueles que poderão se sentir ofendido. Ofendido está o povo brasileiro. Em nome da defesa da minoria, grandes atrocidades vêm sendo praticadas, vide a história da humanidade.
    A verdade é simples, eles são seres humanos, que como todos, devem ter deveres e direitos. Por nada no mundo podem ser tratados com inferioridade, mas muito menos devem ter privilégios, leis especiais. Muito menos o dinheiro público deve patrocinar cartilhazinhas bestas ou filminhos cretinos para ser utilizada nas escolas, apresentada as crianças de forma criminosa, pois elas estão em faze de formação e são facilmente influenciáveis, veja exemplo de lugares onde se pregam as crianças que para agradar a “deus” tem que cometer atentados suicidas, todos nos sabemos os resultados. Não se pode esquecer que os possíveis divulgadores deste material quase sempre não estão aptos a tratar de temas complexos e fatalmente haverá interferência de opiniões pessoais, de incentivo ou repudio veemente. As escolas devem com certeza serem isentas de ideologia religiosa ou partidária.
    Basta um pingo de inteligência para ver que uma pessoa que defende a implantação do tal Kit, acreditando que esta fazendo bem a alguém, necessita de acompanhamento psicológico e com certeza não tem uma percepção global da realidade humana. Isto sem dizer que certamente há outros interesses inescrupulosos atrás desta suposta defesa dos direitos humanos.
    A forma como o tema homossexualismo vem sendo abordado é absurda, ridícula, uma aberração descabida de toda e qualquer lógica cientifica e muito longe do mínimo de bom senso. Bem, o tema é longo, mas é evidente que a sociedade tem que reagir e pressionar os dirigentes políticos para que projetos tão distorcidos não venham ser aprovados. O povo brasileiro com certeza deseja projetos realmente relevantes para a sociedade. A inteligência deverá vencer este absurdo.
    Atenciosamente
    adilson_jribeiro@hotmail.com

  2. Antonio Carlos

    Quando leio esse tipo de discurso vejo que falta realmente muita informação da população brasileira, e me pareçe que o teto acima, apesar de pareçer de certa forma, razoavelmente bem escrito também comete erros em sua abordagem e demosntra falat de conhecimento sobre a realidade. Sabe-se que no Brasil ainda existe muita intolerância em relação a varios setores da sociedade, os preconceitos são diversos, de cor, origem social e regional, e em especial, cujo tema trata a qui da diversidade sexual. Quem conheçe o cotidiano das escolas e o universo dos adolescentes sabe que é necessário discutir com eles essa questão, sou professor e vejo quantas dúvidas existem entre eles. Esconder essa realidade numa época em que a familia mudou, que a informação está disponível pela internet não contribui para o desenvolvimento da sociedade. Vi esses vídeos e não encontrei nada de mais neles, pelo contrário, trata de afeto, discute a identidade e auto afirmação, além de demonstrar que não existe limites para o amor. Antes de escrever esses discursos desesperados, é importante se informar da realidade, existe sim muito preconceito com homossexuais, assim como em outros setores da sociedade. É preciso tratar essa doença social e não se trata de privilégios, mas sim de justiça social e respeito aos direitos individuais e a diversidade do ser humano. Quem se posiciona contra essas medidas está querendo manter a sociedade como está, atrasada, preconceituosa onde alguns tem acessos e outros (a maioria) devem ficar a margem. Para aqueles que não aceitam as mudanças, cuidado, estão perdendo o “trem da história”, não emburreçam mais nossos jovens…..

    Antonio Carlos

    • Chará, se assim o posso chamar, noto que sua posição a esse respeito é bem diferente da minha. Como afirmei nas nossas postagens no tratamento desse tema, aqui não estamos falando só de preconceito, mas da formação da consciência moral dos nossos jovens, do bem-estar social que funda-se no bem comum, na devida preparação dos nossos jovens para a vida sexual e sua identidade através da orientação moral e social afim de estabeler a relação justa entre as pessoas. Há outros modos de tratar o preconceito que não esse. Não é preciso comprar um “lobby gay” para combatermos o preconceito. Vou dar um exemplo, e peço que depois você até pesquise na internet, sobre formas pastorais concretas e eficazes que a Igreja Católica tem no combate ao preconceito e na busca de fazer o ser humano reencontrar a sua dignidade e integridade humana, como é o caso das Irmãs Oblatas do Santíssimo Redentor que trabalha na recuperação de mulheres envolvidas com prostituição e aidéticas. Atualmente, a Igreja, se não fosse os inúmeros ataques do ativismo gay, poderia ter um trabalho pastoral específico voltado no combate ao tipo preconceito que envolve a pessoa do homossexual. Se a Igreja o tenta, é atacada, é acusada, é perseguida até mesmo dentro de seus corredores, pressionada de todos os lados. Mas porque tantos ataques do ativismo gay? Porque sabem que a Igreja tenta trabalhar com a verdade na caridade afim de que a pessoa reencontre a sua dignidade “plena” – entenda bem, “plena” – não que ela não tenha dignidade, mas devido a fragilidade dos valores humanos e da formação da consciência e da moral muitas pessoas acabam desencontrando a sua própria identidade, não chegando assim a realização plena da sua experiência humana e transcendente que tem haver também com a vida moral e religiosa.
      É uma pena que nem todos conheçam o “Catecismo da Igreja Católica” diz sobre esse tema, pois veria que a Igreja não condena, não rechaça, não marginaliza, nem fomenta o preconceito contra a pessoa do homossexual, mas exige aos católicos a acolhida real no seio da comunidade e a práticada caridade. Porém essa inclusão também exige da Igreja a apresentação da verdade que conduz o ser humano a sua experiência mais sublime do bem que está em Deus e que se alcança pela conversão que demanda o conhecimento e o seguimento do Evangelho.
      A Igreja está aí para defender o ser humano dos ataques a sua dignidade, não só para defender e testemunhar uma doutrina religiosa, que muito embora seja algo inerente a sua missão.
      Existe preconceito? Existe. Existem formas de combate? Existem muitas, por exemplo, travando uma guerra contra os valores e contra a dignidade humana com um discurso emocional como faz o ativismo gay ou reitegrando o ser humano na verdade de si resgatando os valores, e ao mesmo tempo, educando os homens para a prática da caridade com os demais estabelecendo laços de fraternidade que vão para além das condições nas quais se encontram determinados grupos ou pessoas.
      A Igreja está preocupada que o “Trem da História”, caro Antonio, entre nos trilhos da Verdade e da Salvação, essa é sua missão inegável. E o Trem infelizmente, não raras vezes, descarrilha, e a Igreja não se cansa de trabalhar por amor porque conheceu o Divino Amor, e quer que todos o encontrem, pois sabe ela da plenitude e felicidade que Ele, que se manifesta na beleza da verdade, dá ao homem.
      Agora, com a guerra que se trava por aí contra os valores em nome do combate ao preconceito, parece na verdade um preconceito contra aos que os defendem. Aí digo, que em nome da tolerância são intolerantes, radicais, violentos, desrespeitosos, arrancando o direito à opinião crítica e ao penamento, cerceando a liberdade religiosa, e comprando mundos e fundos, inclusive, a mídia, canais inteiros, para fazer com que nos conformemos ao que eles pensam e querem que pratiquemos. Isso é uma ditadura ideológica contra o pensamento e os valores. Temos que tomar muito cuidado, pois em nome de ditaduras ideológicas guerras já foram travadas, genocídios cometidos, nações inteiras aniquiladas.
      Ora, se querem tolerância, mas são intolerantes à opinião dos outros, logo está querendo derrubar uma forma de preconceito para fazer com que outra forma de preconceito (contra os valores) triunfe na sociedade. Contraditório e estranho. Caro Antonio Carlos, em defesa da dita diversidade tudo isso é muito bonito de ser falado, mas não podemos deixar de ser críticos e ver para onde estamos caminhando. É preciso alçar vôo e olhar como ave de rapina, como águia, para o futuro, e perceber tudo para além das circunstâncias, do momento presente, do aparente, e isso é ser crítico, é colocar a razão para funcionar contra a nossa tendência emocional, sentimental e melancólica das coisas.
      Uma última coisa é saber que não pode haver amor humano real e pleno sem verdade. Sugiro que procure um livro do Papa João Paulo II, que foi a tese de mestrado dele, intitulada de “Sexo, amor e verdade”, e veja como são inseparáveis esses termos. Amar não é só um sentimento, paixão, está muito além disso, muito mesmo, e às vezes até o contraria. Contraria-me escrever tudo isso para esclarecer uma coisa que para mim parece óbvia, mas por amor, contra o meu sentimento de comodismo, escrevo todas as linhas para anunciar uma verdade que liberta. Não falaria jamais tudo isso em nome de uma ideologia, mas sim por uma verdade que pode reintegrar o ser humano a plenitude de sua experiência existencial. Mas para um mundo que não deixa lugar para a verdade, o que resta é um amor sentimental que fragmenta a totalidade do que é o homem por sua natureza sublime feita à semelhança do seu criador.
      Grato pelo acesso. Grande abraço.

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