Artigos Filosóficos, Crítica, Informes ao Leitor, Notícias, Publicações Eclesiais

MEC prepara “Kit Gay” a ser distribuído e exibido na rede de ensino brasileira

O MEC em mais uma de suas medidas sócio-educativas pretende distribuir às escolas de todo país um “kit contra a homofobia” com vídeos e cenas aludindo a padrões de comportamentos homossexuais entre jovens, donde se encena o beijo gay, o assédio homossexual entre amigos, entre outros.

Ora, pelo que já descreveu o MEC e os representantes desse projeto sócio-educativo, ao qual prefiro intitular de “kit gay”, se deixa entendido que isso se trata muito mais do que uma pura e simples medida sócio-educativa. Vamos analisar o problema.

Em primeiro lugar, estamos falando de um projeto que tem um público alvo específico constituído de crianças e jovens em processo de formação e tomada de consciência de sua identidade sexual (a feminilidade e a masculinidade, em consideração a sua própria ordem natural, que não está simplesmente restrita a questão física e biológica, mas a própria psiqué e pessoalidade, ou ainda, individuação entendida desde seu aspecto natural ao transcendente), bem como da sua personalidade e caráter, compreendidas dentro de uma dimensão mais integral e abrangente (para além da dimensão da sexualidade). E, tendo em consideração o referido aspecto, qualquer instrumento que veicule um padrão de comportamento como certo, verdadeiro e respeitável está legitimando determinados parâmetros éticos, que muitas vezes podem não ser propriamente aqueles admitidos pela nossa sociedade, para esses jovens em processo de formação. Além disso, sejamos muito sinceros em dizer que o kit, num espírito de permissividade, induz ao comportamento homossexual colocando-o como algo admitido e institucionalizado dentro da sociedade, o qual deve ser assimilado como algo normal e dentro dos padrões morais da mesma, e não está simplesmente propondo uma relação de respeito com pessoas que enfrentam conflitos de ordem sexual.

O quadro que se desenha com isso é de total desacato a autoridade dos padrões morais da nossa sociedade e da família, no que concerne a competência deles de orientar os seus filhos na formação de sua sexualidade.

Participe do abaixo-assinado contra o “Kit do MEC” clicando aqui

Mas há quem diga que não tem nada a ver, é só uma forma de combater o preconceito, de trabalhar contra a homofobia, de ensinar a respeitar a opção sexual do outro, de incutir o mútuo respeito na relação interpessoal em vista da pluralidade existente na sociedade contemporânea. O respeito ao diferente é louvável, o combate ao “preconceito” também é louvável, e igualmente é louvável respeitar a diversidade de posturas, sem deixar de ter a liberdade de expressão para a crítica aberta, própria de uma sociedade verdadeiramente democrática, crítica tal que não é uma ofensa em si mesma como muitos concebem na sociedade, mas que se trata do outro ponto de vista que durante cinco séculos esteve e ainda vigora institucionalizado na nossa sociedade como padrão ético e moral, e que agora é visto como um câncer, um corpo estranho a natureza da mesma sociedade por vários de seus setores, como ONGs, movimentos em geral, partidos políticos, a mídia, entre outros.

Seria aceitável a campanha contra a homofobia se ela viesse pautada no respeito à liberdade de expressão crítica (em especial, de quem discorda da prática homossexual, como os cristãos, bem como outros setores da sociedade e outras denominações religiosas) que caracteriza uma sociedade democrática, e não no intento de fomentar um lobby gay.

Agora, se qualquer cidadão afirmar, ainda que seja de forma argumentativa, que a prática homossexual é ilegítima ou indevida é logo levada a tribunal por acusação de homofobia e não tenha dúvidas, pois já há precedências em alguns processos levados à justiça brasileira, de que o mesmo será condenado.

Espera aí, criticar uma postura, que digamos assim é “emergente” dentro da sociedade, é um crime? Declarar como verdadeiro, certo e legítimo aquilo que a sociedade durante séculos reconheceu como um padrão moral e ético é inadmissível, criminoso, preconceituoso e ofensivo? Entenda que sequer entrei na argumentação religiosa que pode muito bem tocar no núcleo de toda essa problemática, mas estou me atendo a falar de aspectos sociais básicos e que são contraditos pelos seus próprios dirigentes que se dizem democratas.

É simples a idéia. Quer divulgar um lobby, institucionalizar novos paradigmas? Crie uma guerra que não exista, estabeleça uma vítima, um algoz ou um réu, um tribunal, uma sentença, um condenado. Assim funciona o lobby gay . Uma guerra que não exista, o preconceito radicalizado, no caso presente, a homofobia (entenda que não estou dizendo que não exista o preconceito ou a homofobia, estou falando da divulgação de uma falsa radicalização de uma postura preconceituosa que pouco se encontra, que se representa por uma minoria insignificante da sociedade). Estabeleça uma vítima, a homossexualidade em geral e a sua culturalização. E agora um algoz ou, como queira, um réu, que seriam a sociedade e seus padrões morais, a tradição dos valores, a família e a religião. Um tribunal, que seriam os movimentos, ONGs, partidos políticos, mídia e setores vários da sociedade. Uma sentença, defesa radical do comportamento homossexual, sua divulgação e exaltação, e rebaixamento dos valores vigentes. E para fazer o acabamento final, um condenado, novamente, a Igreja, a Religião, a tradição dos valores morais da sociedade, a família no modo como permanece instituída desde há muitos séculos, entre outros que se opõe aos pretendidos novos paradigmas que se deseja institucionalizar. E pronto, você criou a guerra, inverteu os valores todos, até que os ditos “algozes” do jogo se vejam cansados e cedam ao lobby que se quer requerer com um estatuto social. Entende como funciona o jogo? Seja esperto também, caro leitor, e mova suas peças no tabuleiro como for possível a você enquanto cidadão. Agora, voltemos ao “x” da questão.

Direito de reinvindicação dos pais e educadores

Ora, os pais tem autoridade ou não para serem ao menos consultados sobre o que é lícito a formação humana de seus filhos? O MEC consultou alguém aqui sobre qualquer coisa? Não! Ora, mas ele não é um órgão governamental que tem competência nessas questões, pois os representantes lá postos representam a sociedade em assuntos que precisam ser dirimidos em nome da mesma? E aí responderia eu: sim tem competência! Mas até onde vai essa competência? Será que a gritante maioria das famílias brasileiras de confissão cristã querem para os seus filhos “ditas medidas sócio-educativas” que induzem a um comportamento moral distinto dos seus princípios religiosos e morais? Tudo bem, que se queira medidas sócio-educativas contra o preconceito ou, mais especificamente, a homofobia. Então, vamos sentar todos para debatermos para saber ipso facto (de fato) o que é preconceito e o que se trata de postura crítica legítima de uma sociedade, que inclusive, tem maioria cristã significativa, e forte raiz cristã em seus paradigmas éticos e práxis moral. E daí decidiremos por definições claras e objetivas o que fazer para combater o que de fato é o preconceito e o que é de competência de cada um realizar (ipso iure).

Nesse caso, me parece que se não tomarmos claras atitudes para nos ôpor a esta medida do MEC, um dia você chegará em casa e seus filhos se oporão a qualquer crítica legítima ao comportamento homossexual. Pois, afinal, tudo que se fala hoje sobre isso é preconceito, se disser que alguém é homossexual, o sendo de fato como algo assumido publicamente, também é homofobia, e se é processado por causa disso, o que constitui uma absurda contradição. E com isso seus filhos estarão caindo na onda da permissividade de tais comportamentos, e quiça, até mesmo assimilando como algo seu, que está na sua pessoa também, na sua identidade, e que deva ser praticado, assumido, validado e requerido como moralmente legítimo na vida em sociedade.

Participe do abaixo-assinado contra o “Kit do MEC” clicando aqui

Está claro que não só estão querendo colocar diante dos olhos dos seus filhos uma medida sócio-educativa contra a homofobia, mas que estão querendo também divulgar um lobby gay.

Você como pai, como educador, como tutor da formação e educação dos alunos da rede de ensino brasileira tem o direito de contestar essa medida, de não querer como cidadão e também como autoridade sobre a educação desses jovens. E depois, a sociedade em geral tem o direito de não querer, mesmo muitos não tendo responsabilidade direta sobre a formação humana e social de algum desses jovens, pois temos o direito de ditar como membros de uma sociedade democrática o que queremos para o futuro, para as próximas gerações. O que as próximas gerações podem gritar como direito, nós não temos domínio, nem controle, mas enquanto formos cidadãos desta sociedade temos direitos que precisam ser ouvidos e respeitados, seja sobre nós, seja sobre nossos filhos que estão sob nossa autoridade e responsabilidade.

E tocando nesse tema sobre as futuras gerações, permitir isso a educação dos filhos de vocês, é permitir às futuras gerações ditar princípios éticos e morais que não são os nossos. Eles não estão jogando para perder. Não seja inocente, caro leitor. Eles não querem atingir você que já tem opinião formada, mas as crianças e jovens que ainda não expressam opinião alguma, que, contudo, mais tarde poderão exprimi-la com base em uma perspectiva nova e adversa imposta nos ambientes acadêmicos contra os princípios vigentes atualmente na nossa sociedade.

Já não bastava a já existente manipulação midiática neste mesmo ponto, que atinge a toda sociedade, e não só a um ambiente específico como o acadêmico. E agora querem eles atingir também a sociedade na base das futuras gerações, que são os nossos filhos, a posteridade da nossa nação.

Tendo atingido e seduzido a sociedade como um todo pela manipulação midiática, entra agora a segunda fase do plano, que é o de atingir por essa medida as crianças e os jovens com a negligência dos pais enfraquecidos por essa manipulação midiática e pela opinião de uma minoria da sociedade defendida por diversos órgãos significativos da sociedade. Desta forma, eles pretendem garantir no futuro o estabelecimento desses novos paradigmas. Bem, cabe a cada um decidir como cidadão o que fará, cederá ou lutará pelos verdadeiros valores da nossa sociedade. Não se esqueça por ação ou omissão você cidadão brasileiro está escolhendo o futuro das gerações brasileiras, você é responsável por isso, quer queiramos ou não, somos responsáveis pela história.

Ajude a conservar os verdadeiros valores da nossa sociedade. Façamos um abaixo-assinado contra essa medida funesta que se opõe a família brasileira. Participe do abaixo-assinado, preenchendo seus dados no formulário:

Clique aqui

Grande abraço a todos os leitores.

Antonio Augusto da Silva Bezerra

Comentários

Comentários

8 Comments

  1. Maria Marcia

    Acho essa medida do mec, no mínimo ridícula e atenta contra os valores morais e aos bons costumes.
    Quem quiser ser gay, que assuma isso sozinho, mas nao venham querer no enfiar de goela abaixo.
    Temo pelos meus netos, uma vez que meus filhos já sao adultos e héteros graças a DEUS.
    Um abraço,
    Maria Marcia

  2. Realmente, é muito preocupante a medida. Devemos como cidadãos lutar pelo nosso direito de contestar, criticar e reivindicar. Nós como cidadãos e membros do eleitorado temos esse dever de consciência, e muito mais ainda como cristãos, temos esse dever também pela fé.
    E apelar por esses nossos direitos trata-se não de homofobia ou preconceito contra os homossexuais, que devem ser bem acolhidos,respeitados e orientados para fé, inclusive na Igreja esse acolhimento deve ser especial, assim como nos ensina o “Catecismo da Igreja Católica”.
    Acredito que com esforço de divulgação dos vários abaixos-assinados que temos espalhados pela internet podemos chegar a um bom resultado.
    Por isso, divulgue. Ajude.
    Deus abençoe, cara Maria Maárcia!

  3. Fazero q né, já q o governo acha q isso é uma atitude popular…….mais uma pra gente engolir a seco.

    • Por isso, apóio, divulgo e promovo a idéia do abaixo-assinado, para que não descer a seco. Calar não será uma opção adequada para nós, precisamos ser ouvidos e podermos afirmar com veemência que “não”!

  4. idalba cordeiro

    NÃO CONCORDO COM ESSE QUITE!! ATE POR QUE ELES SÃO CRIANÇAS E AINDA NÃO SABEM SEPARAR DETERMINADOS TIPOS DE COISAS, ACREDITO QUE TEMOS QUE ENSINAR QUE NESTE MUNDO EXISTE PESSOAS DIFERENTES, COM GOSTOS DIFERENTES, COR DIFERENTE, OPÇAO SEXUAL DIFERENTE, SEM FICAR DETALHANDO ARGUMENTOS. ATE POR QUE QUANDO VAMOS A IGREJA E ELES LEEM A BIBLIA, QUE FAREMOS COM AS PERGUNTAS? FALO ISSO POR QUE TENHO DOIS FILHOS, MAS FALO PRA ELES QUE SO DEUS PODE JULGAR, E SE ELE DEIXOU NA BIBLIA O QUE É CERTO E O QUE É ERRADO ELE JULGARA COMO ESTA NÃO NOS. MAS ISSO NAO PODE SER DITO PRA CRIANÇAS PEQUENAS. NAO SOU DE ACORDO…

    • Exatamente, Vera. Esse é o problema dessa medida do MEC. Não se trata de uma orientação para respeitar, amar e acolher as pessoas que optaram por esse modo de vida que, inclusive, para os nossos valores cristãos significa um desvio e um problema de formação da consciência. Pelo contrário, a medida induz as nossas crianças ao homossexualismo que, insisto, que para a doutrina da Igreja é claramente um desvio que atenta contra a própria natureza, a lei natural (lei impressa na natureza do próprio homem) dada ao homem por Deus no próprio ato de sua criação, e, portanto, é um desvio da formação da consciência do homem que deve estar orientado para o bem e para essa lei natural que dispôs na própria natureza. Que vê uma coisa? Todos aceitam que o homocídio deve ser um ato abominável na vida em sociedade, pois atenta contra o valor da vida, isso nós defendemos porque existe um lei natural que clara para nós, que Deus colocou em nós, de que todo homem deve zelar pelo valor da vida humana e da preservação dos seus. A mesma coisa a sexualidade, ela tem um sentido natural que está ordenado por Deus, porém já relativizaram tanto, já criaram tantos falsos valores alternativos a sexualidade que agora quando proclamamos pelo mundo a fora o seu verdadeiro valor as pessoas desacreditam.

      Grande abraço, Vera!

  5. jocimar pereira

    lendo alguns dese depoimento ja vejo mutio termo de precoceito. sou afafor do kit pos tevemos orientar as nossa criança a resperita as orientaçao cexual de cada um. tenho finho pequeno passo p/ eles que o serto e era so ele vai pode decidir no futuro dele (guando estiver mas venho), tenho irmao gay adorro meu irmao pos ele e meu irmao por duas vezes irmao em sague e irmao em cristo , nao veja problema na orientacao sexual dele.pos ele ele tmb e filho de um Deus sem precoseito sem raiva impoclezia um Deus vivo.
    o kit esta em uma boa forrma de nos ajudar a passa p/ nossa criança como vamos respeita ,como vamos aseita o nossos irmao em cristo . mec dever continuar sim com o kite

Comments are Closed

Theme by Anders Norén

.....

Em breve teremos novidades em nosso canal. Estamos integrando nossas mídias e aprimorando nossos serviços para o apostolado virtual. Inscreva-se clicando na foto do canal e fique por dentro.